O Parlamento australiano aprovou hoje uma moção comemorativa em que expressa apoio a Israel.
O primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, participou do evento e fez vários elogios a Israel, entidade que pratica o terrorismo e genocídio no Oriente Médio.
Ao apoiarem Israel, o parlamento e o primeiro-ministro australiano ignoraram os crimes que os israelenses praticaram nas últimas décadas, principalmente, contra os civis, e se posicionaram a favor do terrorismo sionista.
Por conta disso, as autoridades australianas não possuem o direito agora de reclamar quando alguém elogiar aqueles que cometem ataques contra os australianos.
A sorte é que nem todos na Austrália são insensatos. A moção foi criticada por alguns membros do Partido Trabalhista de Rudd e líderes sindicais.
Esses membros trabalhistas usaram amplos espaços publicitários nos jornais australianos para qualificar a moção de a "celebração do triunfo do racismo e da limpeza étnica dos palestinos".
Além disso, vários manifestantes se reuniram em frente ao prédio do Parlamento para condenar as incursões israelenses em território palestino.
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